Como eu já tinha avisado no blog, esse mês (mas precisamente ontem e antes de ontem) aconteceu em São Paulo na Chácara Jóquei o Festival Natura Nós About Us (clique para ver o site oficial do evento) com shows do The Killers, do Jason Mraz e do Sting, também tiveram algumas atrações nacionais, Carlinhos Brown, Lenine, Arnaldo Antunes e Afrareggae marcaram presença.
Porém, eu estou aqui mesmo porque ontem eu fui conferir o show do Sting (clique para ver o site oficial do cantor – em inglês), que encerrou o festival (cheguei atrasada e não deu para pegar o Jason Mraz tocando, pena!) e foi super legal. O som estava ótimo, sem nenhum tipo de interferência, sem guitarra alta demais, e o a montagem do palco também, só uma iluminação colorida (que de vez em quando fazia umas formas de inspiração psicodélica) no alto, bem legal mesmo.
Ele tocou por umas duas horas (talvez um pouquinho menos que isso) e é claro, os seus maiores sucessos solo e com o The Police, como: Every breathe you take, King of pain (aquela música que a Alannis Morissette interpreta), Desert Rose, Every little thing she does is magic, English man in New York, e por aí vai. Apesar da chuva (estava chovendo o mundo ontem) e da lama decorrente dela, o público não desanimou, tinha muita gente dançando e cantando as músicas mais conhecidas.
O festival foi para arrecadar fundos para a preservação do Meio Ambiente (clique para ver um vídeo sobre as questões ambientais abordadas pelo festival). Eu ouvi comentários que só a poluição feita para montar toda a estrutura e realizar os shows já piorou mais o problema do que ajudou, são boatos, mas isso são outros 500… A conotação ambientalista do show vai bem com o estilo engajado e de “bom moço” do cantor. Em 87, ele fez um show no Maracanã (já em carreira solo, fora do The Police), e aproveitando a estadia no Brasil, conheceu a Amazônia e começou a se dedicar a causas sócio-ambientais. De lá pra cá, ele criou uma instituição, chamada Rainforest Foundation, para a preservação de florestas tropicais (como o próprio nome já sugere) e se engajou no movimento para a libertação do Tibete.
Isabela Constance
