O projeto ” Emoções em Alto Mar “, é um projeto que possui como atração principal o show do rei Roberto Carlos.
O maior navio de passageiros da marinha italiana, o Costa Concórdia, chega à costa brasileira e será palco da 6° edição do Projeto Emoções em Alto Mar. Prezados Passageiros, uma noite inesquecível não se perde assim. Vale a pena conferir este grande evento que ficou famoso em todo o mundo.
E para confortá-los, é bom frisar, que não importa a data que você escolher, sempre haverá lugar, pois, mesmo que a procura seja demasiada, o cruzeiro possui capacidade para acomodar milhares de pessoas. O projeto tornou-se referência em turismo náutico e já está pronto para o verão de 2010.
Você se lembra, durante sua infância, daquelas músicas que aprendia na escola, voltava pra casa cantarolando e seus pais e avós o acompanhavam na melodia?
Estas são chamadas de cantigas de roda, cujas geralmente as crianças formam uma roda de mãos dadas e cantam melodias folclóricas, podendo ou não executar coreografias relacionadas a letra da música. Acredita-se que podem ter origem em composições modificadas de um autor popular ou nascido anonimamente na população.
No Brasil, fazem parte do folclore brasileiro, incorporando elementos das culturas africana, européia (principalmente portuguesa e espanhola) e indiana. Na matriz cultural brasileira uma característica interessante é que elas são passadas de geração para geração. São compostas por melodia simples e ritmo equivalentes à cultura local, letras de fácil compreensão, temas referentes à realidade da criança ou ao seu imáginário.
Na atualidade, surge a globalização, gerada pela necessidade da dinâmica do capitalismo de formar uma aldeia global que permita maiores mercados para os países centrais (ditos desenvolvidos) cujos mercados internos já estão saturados. Esse processo diz respeito à forma como os países interagem e aproximam pessoas, ou seja, interliga o mundo, levando em consideração aspectos econômicos, sociais, culturais e políticos.
Assim, a cultura local passa a entrar em contato com experiências globais que acabam influenciando a população brasileira. Devido a globalização, as crianças na modernidade, já nascem bombardeadas por músicas internacionais, que muitas vezes mal sabem o significado de suas letras, mas arriscam uma cantoria sem sentido. A infância fica para trás, aprendem a falar inglês e adultas não se dão mais conta da defasagem cultural que o país sofreu, pois a cultura dos outros países, já esta imbricada na existência de cada brasileiro.
Nesse momento onde há o risco de perdermos a identidade cultural, torna-se importante que os professores ensinem as cantigas para que as crianças tenham oportunidade de conhecer e cantar músicas do nosso folclore.
Além disso, sempre tiveram um caráter utilitário a fim de preparar o ouvido musical e harmônico das crianças, por meio do canto, para a música ocidental.
As cantigas de roda são de extrema importância para a cultura de um país. Por meio delas é possível conhecer os costumes, cotidiano das pessoas, festas típicas do local, comidas, brincadeiras, paisagem e crenças.
Confira, algumas cantigas:
Nesta Rua
Se esta rua se esta rua fosse minha
Eu mandava, eu mandava ladrilhar
Com pedrinhas, com pedrinhas de brilhante
Para o meu, para o meu amor passar
Nesta rua, nesta rua, tem um bosque
Que se chama, que se chama, Solidão
Dentro dele, dentro dele mora um anjo
Que roubou, que roubou meu coração
Se eu roubei, se eu roubei seu coração
É porque tu roubastes o meu também
Se eu roubei, se eu roubei teu coração
É porque eu te quero tanto bem.
Ciranda Cirandinha
Ciranda Cirandinha
Vamos todos cirandar
Vamos dar a meia volta
Volta e meia vamos dar
O Anel que tu me destes
Era vidro e se quebrou
O amor que tu me tinhas
Era pouco e se acabou
Por isso dona Rosa
Entre dentro desta roda
Diga um verso bem bonito
Diga adeus e vá se embora
São João
Cai, cai, balão
Cai, cai, balão,
Na rua do sabão,
Não cai não
Não cai não
Não cai não
Cai aqui na minha mão.
Capelinha de Melão
Capelinha de Melão é de São João
É de Cravo é de Rosa é de Manjericão
São João está dormindo
Não acorda não !
Acordai, acordai, acordai, João !
No dia 7 de novembro, sábado – no Rio de Janeiro – será realizado o show MPB de Braços Abertos para o Rio. A Fundição Progresso será palco da atração que conta com Os Paralamas do Sucesso, a cantora Maria Gadú e Marcelo D2. A miscigenação de gerações e estilos musicais promete ser bastante interessante.
Para iniciar o evento, a Companhia do Aplausorealizará um pocket show, o grupo composto por cinquenta jovens de comunidades carentes, desenvolve manifestações artísticas e culturais. Veja um dos espetáculo do grupo:
Dando continuidade ao encontro, a cantora paulistana Maria Gadú- elogiada por grandes nomes da música brasileira como João Donato, Caetano Veloso e Milton Nascimento – apresentará as músicas do seu primeiro álbum. Para saber mais a respeito da artista, clique e confira a entrevista.
Na sequência os já conhecidos Paralamascomandarão o palco, apresentando os clássicos da banda e também as músicas novas. Em turnê com o álbum Brasil Afora, Herbert Vianna, João Barone e Bi Ribeiro devem trazer músicas como Sem Mais Adeus, Meu sonho e A lhe Esperar, fora os aguardados hinos do trio.
Para finalizar, Marcelo D2 fará sua apresentação, marcada pela mistura de ritmos e estilos. O single Desabafo – no qual D2 utilizou samplers da música Deixa eu dizer, de autoria de Ivan Lins e Ronaldo Monteiro, na voz da cantora Claudia – tem lugar garantido, ao lado de músicas como Qual é?, À Procura da Batida Perfeita e Dor de Verdade.
A renda obtida com a venda dos ingressos para esta noite, será convertida à ONG Galpão Aplauso.
“Quando vi que rimar amor com humor funcionava, não só na estética e na melodia, mas no sentido que aquilo tinha pra mim, nunca mais parei de fazer música”
Palavras de Fernando Anitelli, 35 anos, idealizador e fundador Do projeto “O Teatro Mágico” que nasceu em 2003. Com a mistura de circo, musica, poesia e literatura, a trupe TM é um verdadeiro espetáculo.
Ao lançar o primeiro álbum do TM: “O Teatro Mágico: Entrada para Raros”, Anitelli revela sua brilhante referencia a “O Lobo da Estepe”, do escritor alemão Hermann Hesse. “Quando eu li sobre o Teatro Mágico do Hesse, percebi que era justamente aquilo que eu gostaria de montar: um espetáculo que juntasse tudo numa coisa só, malabaristas, atores, cantores, poetas, palhaços, bailarinas e tudo mais que a minha imaginação pudesse criar. O Teatro Mágico é um lugar onde tudo é possível”
O real e o imaginário se misturam de forma tão intensa, que um show do TM acaba por ser uma terapia coletiva. Essa “grande brincadeira” possui uma energia única. A partir do momento que a platéia começa a entrar na frequencia do palco, eles se fundem e a sintonia é grande! A trupe “vende” a idéia de “Seja você mesmo!”
Certa vez, Anitelli e seu grupo de artistas, mostravam seu trabalho do Programa Altas Horas, da Rede Globo. Quando questionado sobre o endereço do seu site: “Por que ‘ponto mus’ ao invés de ‘ponto com’ como todos os outros sites? Ora, o TM faz música, e não comércio!”
O Teatro Mágico nasceu de forma independente, não contou com apoio de gravadoras ou campanhas midiáticas. A idéia é do TM é diferente…
Algumas pétalas dessa flor:
“O dia mente a cor da noite
E o diamante a cor dos olhos
Os olhos mentem dia e noite a dor da gente”
Enquanto houver você do outro lado
Aqui do outro eu consigo me orientar
A cena repete a cena se inverte
enchendo a minha alma daquilo que outrora eu deixei de acreditar
tua palavra, tua história
tua verdade fazendo escola
e tua ausência fazendo silêncio em todo lugar
metade de mim
agora é assim
de um lado a poesia o verbo a saudade
do outro a luta, a força e a coragem pra chegar no fim
e o fim é belo incerto… depende de como você vê
o novo, o credo, a fé que você deposita em você e só O anjo mais velho
Camarada d’onde vem essa febre
Nossa alegria breve, por enquanto nos deixou…
Camarada viva a vida mais leve
Não deixe que ela escorregue
Que te cause mais dor
Caixa d’água guarda a água do dia
Não cabe tua alegria
Não basta pro teu calor
Viva a tua maneira
Não perca a estribeira
Saiba do teu valor
E amanheça brilhando mais forte
Que a estrela do norte
Que a noite entregou! Camarada D ´água
O poeta pena
Quando cai o pano e o pano cai
Um sorriso por ingresso
Falta assunto, falta acesso
Talento traduzido em cédula
E a cédula tronco é cédula mãe solteira
O poeta pena
Quando cai o pano e o pano cai
Acordes em oferta
Cordel em promoção
A prosa presa em papel de bala
Música rara em liquidação
E quando o nó cegar
Deixa desatar em nós
Solta a prosa presa
Luz acesa
Lá se dorme um sol em mi menor Pena
“Porque eu tinha irmão, tinha irmã, tinha eh…eh…primas,
primos, prima… tudo junto…né?
tudo assim que nem nois ta aqui agora…”
Tem horas que a gente se pergunta
Por que é que não se junta tudo numa coisa só?
Boneca, panela, chinelo, carro, o no que eu desamarro
Surge pra me dar um nó
Você aparece de repente e coloca em minha frente dúvida maior
Se tudo que eu preciso se parece
Por que é que não se junta tudo numa coisa só? O tudo é uma coisa só
Como arroz e feijão,
é feita de grão em grão
Nossa felicidade
Como arroz e feijão
A perfeita combinação
Soma de duas metades
Como feijão e arroz
que só se encontram depois de abandonar a embalagem
Mas como entender que os dois
Por serem feijão e arroz
Se encontram só de passagem Pratododia
As próximas paradas da trupe:
31/10 – Santos – SP
5/11 – Passos – MG
6/11 – Alfenas – MG
7/11 – Campinas – SP
10/11 – Boa Vista – RR
21/11 – Salvador – BA
29/11 – São José dos Campos – SP
19/12 – Jundiaí – SP
Além de ser uma forma de relaxar, a música muitas vezes se torna uma forma de guardarmos momentos na lembrança. Cada música tem uma marca especial na vida de uma pessoa e a faz lembrar de certo alguém, de certa situação ou, até mesmo, de certo produto.
As propagandas feitas para divulgação de diferentes produtos na mídia se utilizam muitas vezes da criação de músicas que fiquem na memória das pessoas e as façam relacionar o som ao produto anunciado. Quando a música é criada, também tem o poder de ficar na cabeça das pessoas, o que facilita na persuasão para a venda do que estiver à disposição dos consumidores.
Aqui você encontra os 10 jingles que mais fizeram sucesso na história:
Entre os produtos anunciados nos comerciais estão shampoo, cerveja, refrigerante, leite, manteiga. Algumas dessas músicas que ficaram marcadas na mídia, desde antigamente até as mais atuais, e criaram uma ligação forte com o produto que anunciavam, foram:
O artigo 5º da Constituição adverte: todos são iguais perante a lei. No entanto, há aqueles que infelizmente, ainda não acataram esta proposição. O fato é que, estamos no século XXI e a discriminação racial está muito presente por entre a população brasileira.
A distinção que os brancos fazem com relação aos negros pode ser explicada pela retomada a história brasileira:
No Brasil, a escravidão teve início com a produção de açúcar na primeira metade do século XVI. Os portugueses traziam os negros africanos de suas colônias na África para utilizar como mão-de-obra escrava nos engenhos de açúcar do Nordeste. Os comerciantes de escravos portugueses vendiam os africanos como se fossem mercadorias aqui no Brasil. Os mais saudáveis chegavam a valer o dobro daqueles mais fracos ou velhos.
O transporte era feito da África para o Brasil nos porões dos navios negreiros. Amontoados, em condições desumanas, muitos morriam antes de chegar ao Brasil, sendo que os corpos eram lançados ao mar.
Nas fazendas de açúcar ou nas minas de ouro (a partir do século XVIII), os escravos eram tratados da pior forma possível. Trabalhavam muito (de sol a sol), recebendo apenas trapos de roupa e uma alimentação de péssima qualidade. Passavam as noites nas senzalas, (galpões escuros, úmidos e com pouca higiene) acorrentados para evitar fugas. Eram constantemente castigados fisicamente, sendo que o açoite era a punição mais comum no Brasil Colônia.
As mulheres negras também sofreram muito com a escravidão, embora os senhores de engenho utilizassem esta mão-de-obra, principalmente, para trabalhos domésticos. Cozinheiras, arrumadeiras e até mesmo amas de leite foram comuns naqueles tempos da colônia.
Atualmente, as pessoas, influenciadas pela submissão e sofrimento que os escravos eram submetidos, desenvolveram este sentimento de discriminação. No entanto, o quê a população não percebe é que o Brasil é o país da miscigenação e que portanto, não descarta a hipótese de que o branco de hoje pode ter como antepassado um negro. Portanto, é uma atitude ignorante diferenciar alguém pela cor da pele, sendo que os negros em muitos aspectos podem ser melhores ou idênticos aos brancos. Um exemplo disso é a resistência indescritível que esta etnia possui e que pode ser comprovada por possuirmos milhares de atletas negros, que aguentam percorrer longas distâncias com maior tranquilidade.
Diversas são as medidas tomadas para acabar com a discriminação, dentre elas está, promover a conscientização dos cidadãos por meio de músicas que valorizam os negros e suas características ou que retomam a história de sofrimento dos mesmos.
Confira dois exemplos de músicas que retratam o sofrimento e características desta etnia:
Quando falamos em Carnaval, antigamente essa comemoração estava relacionada somente ao mês de fevereiro, com marchinhas, músicas alegres, mas com coreografias bem simples, aquele “levantar de dedinhos” para o alto ou aqueles pequenos passos pelo salão.
O carnaval existe desde o século XI, mas ao longo dos tempos veio adquirindo significados e simbologias diferentes e sua prática dentro da sociedade também foi alterada. Antigamente era muito mais relacionado à religião, depois foram aderidos os festejos populares e hoje as pessoas quase não se lembram dessa questão e relacionam o carnaval apenas com momentos de diversão e festa.
Conforme foi ganhando sucesso, algumas regiões passaram a se destacar pela força dessas festas, que ganharam cada dia mais “convidados”. Saindo de dentro dos salões para as ruas do Brasil, o Carnaval de Salvador, na Bahia, já está no Guinness Book como a maior festa de rua do mundo. Diante de tamanha repercussão, essas festas começaram a ser comemoradas além do mês de fevereiro e consideradas carnaval fora de época. Receberam o nome de micaretas e tornaram-se um evento que chega a reunir mais de 5 mil pessoas em apenas um dia.
Para a grande maioria, a festa é sinônimo de bebidas alcóolicas e beijo na boca, no entanto esse tipo de festas reúne também muitas pessoas que vão por curtirem o tipo de música, a boa energia dos trios elétricos, e claro, a animação das principais bandas, cantores e cantoras do axé.
Esse estilo musical tem programação nas rádios também com 1h de duração como, por exemplo, a Band FM (96.1) que dedica das 12h às 14h nos finais de semana somente com esse som no programa Axé Band. Além de sites com programação dos eventos e venda de ingressos, alguns grupos têm as micaretas focadas em sua apresentação, recendo nomes específicos e datas garantidas todo ano.
Considerada uma das cantoras de nacionalidade brasileira mais influente em todo o mundo, Alcione já recebeu várias homenagens por suas composições e interpretações em diversas partes do Brasil, inclusive, já virou nome de um importante teatro no centro histórico de São Luís, sua terra Natal.
Desde cedo, a cantora representa seu país com esplendor por meio de sua música.
Visto que o samba é a sua grande e verdadeira paixão, seu primeiro sucesso foi Não deixe o samba morrer, de Edson e Aluísio, música que serviu para alavancar sua carreira.
E porque foi tanto sucesso ? Confira você mesmo !
E para aqueles que não conhecem muito as músicas e composições da cantora, fique por dentro de algumas de suas belíssimas interpretações.
- Você me vira a cabeça
- Meu Ébano
Gostou ? Quer mais ?
Se você está na região de São Paulo ou fora da cidade, confira a data e o local exato dos shows.
AGENDA:
Outubro
Dia 28 – Botequim São Nunca – 22:00h
Av. Armando Lombardi ,333 Barra da Tijuca – RJ
Dia 24 – Clube Atlético Piracicabano – 23:00h
Av. Brasilia, 571 – Piracicaba São Paulo – SP
Dia 16 – HSBC Brasil – 23:00h
Av. Bragança Paulista 1.281 – SP
Dia 15 – FNAC – 19:00h
São Paulo – SP
Novembro
Dia 13 – Clube União Recreativo – 23:00h
Rua Francisco Paulo Braion,650 – Jd. Guadalajara – Sorocaba – SP
Dia 06 – Fantastic Chopperia – 23:00h
Av. Antonio Emmirick,1643 Jd Guassu – Santos SP
Dezembro
Dia 04 – Canecão Rio de Janeiro – RJ – 22:00h
Av. Venceslau Brás,215 – Botafogo – RJ
A música, em todos os sentidos, deveria estar presente em tempo integral na vida das pessoas. Além da energia que transmite, é uma verdadeira terapia para corpo e alma.
Falar de música ou escutar a música. É lindo sentir o som entrar pelo ouvido, a sensação é de que ele percorre todo o seu corpo e, ao passar pela cabeça, resgata momentos, amigos, amores… Sentimentos!
Mas, experimente fazer a música. E nem falo exclusivamente de criação, a reprodução funciona perfeitamente. Só o fato de sentir a música e refletir esse sentimento em movimentos corporais (tocar instrumentos) é uma forma exuberante de externar seu interior. Música é arte e arte é vida. Fazer a música é intensificar sua forma de viver.
O bastante conhecido cantor e compositor, Erasmo Carlos traz novo trabalho, agrada e garante a satisfação de seu público. Este trabalho recente, que volta a suas origens, foi bastante elogiado e conta com a produção de Liminha. A coordenação ficou por conta de seu filho, Leonardo Esteves, assim como o lançamento que foi feito pela gravadora Coqueiro Verde.
No dia cinco de junho deste ano, o disco Rock’n'Roll teve seu lançamento na Livraria Travessa do Leblon. Confira o texto do blog Jam Sessions, de Jamari França sobre a noite do lançamento.
O recente álbum foi inspiração do novo show de mesmo nome que contou com a banda formada por Dadi Carvalho (guitarra),Billy Brandão (guitarra solo), Pedro Loppez (baixo), Luiz Loppez (guitarra) e Alan Fontenele (bateria) e teve estreia no Rio de Janeiro, no dia 25 de setembro, no Vivo Rio. Veja aqui uma crítica de Mauro Ferreira - Notas musicais (26 de setembro de 2009) e uma do jornalista Fernando de Oliveira.
A boa nova é que no dia 23 de outubro, às 22 horas, o HSBC Brasil será palco de mais uma grande apresentação de Erasmo Carlos. Desde 2004, sem entrar em turnê nem lançar disco com inéditas, o Tremendão vem a São Paulo, nesta sexta (sim, em única apresentação), para o aguardado show do CD, que inclusive, foi indicado ao Grammy Latino como Melhor Álbum de Rock. (veja a indicação aqui)
Entre as 12 faixas do CD, sete delas trazem letras em parcerias – muito interessantes – com nomes de peso como o de Nelson Motta, Chico Amaral, Nando Reis, Patrícia Travassos e Liminha.
Veja um trecho do texto bacana, by Rita Lee, que compõe o release:
“ Rock não é coisa para maricas. Erasmo está aí que não me deixa mentir. Ao ouvir esse último trabalho imagino o “gentle giant” cantando no palco vestido de couro preto da cabeça aos pés enquanto marca o beat da música com a mão na coxa. Desde Marlon Brando e James Dean sou chegada num bad boy. Erasmo era o bad boy da Jovem Guarda, o que para mim significa ser ele o verdadeiro pai do rock brasileiro. E no meio dos trocentos clones que poluem as atuais paradas de sucesso com suas mesmices, eis que nosso Tiranossaurus Rex abre alas só com inéditas…”
Esse texto é seguido de outro, de Jamari França, também bastante interessante:
“… ‘Rock’n'Roll’ é tudo que a gente sempre esperou dele. Rock básico, no talo, sessentista, com romantismo e humor, as características básicas da obra dele: – Eu era muito cobrado pelos fãs que encontrava na estrada e me davam esporro, dizendo que estava usando muito teclado e pediam as guitarras. E eu também cobrava isso de mim mesmo. Tudo aquilo ia ficando na cabeça até que a hora se apresentou de fazer o disco, conta Erasmo, que nos últimos dois anos acumulou uma leva muito boa de músicas…”